A Fundação Nacional do Índio (Funai) reconhece que houve falhas em alguns locais na aplicação das provas, mas informou que o concurso só será anulado se houver comprovação de que as provas foram violadas. Segundo o presidente da comissão do concurso, Arthur Nobre Mendes, informações extra-oficiais dão conta de que não houve vazamento de prova. Com a suspeita, um delegado da Polícia Federal teria sido chamado ao local e teria averiguado que apenas as folhas de rosto do caderno de questões correspondiam às provas do ensino superior. “Estamos aguardando a confirmação dessas informações. Se isso se confirmar, o concurso será mantido”, disse.
Em relação aos acontecimentos relatados no Rio de Janeiro, Mendes classificou como ocorrências motivadas por “força maior” e que os incidentes não geram anulação do concurso. Ele acrescentou que ainda que a prova fosse encerrada quando houve a queda de energia, o concurso continuaria validado. O presidente da comissão do concurso admitiu que velas podem ter sido usadas e que os candidatos podem ter se sentado próximos, mas não vê motivo para a anulação. “Faltavam 15 minutos para o fim da prova. Os fiscais usaram as velas apenas para permitir que os candidatos preenchessem o cartão de respostas. Mas, reitero, a prova poderia ter sido encerrada naquele momento”, explicou.
Fiz a prova para agente em indigenismo no colegio Neltel Maia em Rio Branco ACRE e logo no início entregaram primeiro a prova para auxiliar em indigenismo só depois de uns 10 minuto recolheram e entregaram a prova correta eu mesmo inclusive li varias questoes e poderia muito bem ter passado para quem iria faze-la. Onde está a seriedade deste deste concurso? O Ministério público precisa se manifestar com urgência.
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